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SXSW #2 – Realidade Virtual (VR): Tentando enxergar o horizonte.
Por Marcella Mosquini

Realidade Virtual foi, de acordo com os mais de 1,5 milhões de tweets durante o festival, o tema mais debatido e um dos mais relevantes desse ano na Interactive Week do South by Southwest.

Inteligência Artificial, chatbots e conteúdo viriam logo depois.

Mas quando falamos sobre experiências em Realidade Virtual, temos que citar a rápida evolução entre o início de ações usando essa tecnologia com os dias atuais: até poucos anos atrás, a Realidade Virtual nos levava a lugares diferentes.

Porém, há 2 anos começamos a usar a tecnologia para entendermos realidades diferentes, como a vida animal e o universo que nos cerca.

Pensando nas experiências que tive acesso no SXSW 2017, consigo citar a minha predileta: Sr. e Sra. Obama me recebendo e apresentando a Casa Branca – posso dizer que já estive lá, pois os anfitriões famosos me receberam muitíssimo bem e me apresentaram os principais andares e cômodos da “White House”. É inexplicável vê-los olhando nos seus olhos e tendo uma conversa one to one com você.

Em outros booths você poderia viajar para o espaço com a NASA, se sentir dentro da batida da música, literalmente, com a Sony ou pintar tudo ao seu redor com movimentos do corpo, no Tilt Brush da Google.

Um dos principais desafios de quem trabalha na produção e no desenvolvimento de VR é ir muito além da realidade e transformar a experiência em algo muito mais completo do que o mundo real, algo que seria realmente inimaginável sem o aparelho.

Afinal, o envolvimento de uma boa experiência de VR deve ir muito além do acesso a um conteúdo em uma “flat screen”.

O desafio aqui é ter a criatividade para usar esse conceito em diferentes negócios.

A L’Oréal, por exemplo, apresentou seu projeto de usar hologramas para treinamento de profissionais no mundo inteiro. Uma grande dificuldade da empresa é conseguir treinar milhares e milhares de profissionais de beleza no mundo inteiro.

Através de hologramas, a empresa começa a reinventar a forma de capacitar profissionais e até clientes à distância.

As portas da criatividade estão abertas para que todas as empresas invistam nesse tipo de tecnologia, aproximando a marca de seus públicos-alvo.

Who is next?